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Ingredientes
250 g de margarina
250 g de requeijão
300 g de farinha de trigo
sal a gosto
200 g de mozzarela
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EISHET CHAYIL - Uma Mulher de Valor
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A “Masterfoods” britânica anunciou recentemente que a partir deste mês, irão começar a incluir produtos de origem animal em algumas das suas barras bem populares de chocolate, incluindo Mars, Bounty, Snickers, Twix e M&M's (que também são vendidas em Israel e Portugal).
Os produtos irão conter soro de leite feito de coalho de origem animal. A mudança na composição de ingredientes ultrajou vegetarianos no Reino Unido, que não irão mais poder gozar as barras de chocolate, mas também levantou interesse entre os shomer kashrut (como moi-même), preocupados com a legalidade kosher dos produtos.
Na segunda-feira, o Rabino Levin Ephrain da unidade de kashrut da Corte Rabínica Ortodoxa de Londres publicou uma declaração garantindo aos consumidores Judeus que o novo ingrediente não compromete o kashrut das barras de chocolate, e que a Corte não planeia considerá-lo como não-kosher.
No entanto, o Rabbanut Ortodoxo Israelita parece ter uma posição diferente na edição. "Se usam coalho, então isto é um problema muito, muito sério," afirmou o Rabino Haim Lasri do importante Departamento de Kashrut.
"Já abordamos alguns rabinos no estrangeiro que lidam com a questão, e é possível que o kashrut só será concedido se houver uma alteração destes produtos," – acrescentou.
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Mais uma prova que as leis de kashrut são para alma não para o corpo;
No dia 03 de Junho será iniciado o "projecto piloto" para a implementação do primeiro Mc Donald's Kosher do Brasil.
Nesta data, no fast food da Av. Faria Lima, 1215 (em São Paulo), será realizado um dia inteiro com lanches, exclusivamente Kosher, com supervisão do Rabino Shammay Ende e dos Rabinos da Congregação Monte Sinai.
Todos os detalhes serão observados, desde o abate até a produção dos hambúrguers e pães. A loja que será a sede do evento tem capacidade de atender até 500 pessoas por hora.
O objectivo é viabilizar a realização de eventos deste tipo uma vez por mês e, posteriormente, dependendo do sucesso, será criada uma loja kosher definitiva. De acordo com Congregação Monte Sinai, organizadora do evento, "ficou claro, em todo processo de discussão e viabilização do projecto, o interesse da Mc Donald's nesse piloto. Cabe a nós, como comunidade, apoiar e comparecer, para assim viabilizar uma unidade Mc Donald's Kosher em São Paulo".
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Além do mais, o juiz declarou que o casamento desta mulher era inválido, e por isso, não havia portanto nenhuma necessidade em conceder um divórcio.
O juiz ordenou ainda que a mulher, as suas crianças e mesmo seu marido, um judeu por nascimento, fossem adicionados à lista daqueles que não são permitidos casar por um rabino Ortodoxo.
Rabino Haim Druckman
Ruth (nome fictício) converteu-se há 15 anos num Beit Din encabeçado pelo Rabino Haim Druckman. Depois de se converter casou com Boaz (nome fictício), e viveram em Israel onde criaram os seus filhos num ambiente judaico.
Recentemente, o casal decidiu divorciar-se. Fizeram-no em bons termos, alcançando um acordo digno numa cerimónia respeitável na Corte Rabínica. No entanto, durante o processo de divórcio, um dos juizes decidiu indagar, promovendo um pequeno interrogatório sobre conversão do Rachel (!), e perguntou sobre sua observância de mitzvot.
Desagradado com a resposta, o juiz determinou que a conversão de Ruth fosse considerada inválida, e por isso subsequentemente as suas crianças não eram Judias também.
O juiz esqueceu-se que a Halachá declara que um converso é judeu no pleno sentido da palavra? Onde é que o "amor para com o estrangeiro" que judaísmo se orgulha-se de praticar? Onde está a compaixão e moralidade?
O juiz aliás determinou que todas conversões assinadas pela Corte Rabínica de conversão eram inválidos, porque a corte foi encabeçado por "heréticos" e "criminosos". – Lembro que as acusações foram para dentro do Movimento Ortodoxo.
Esta decisão determina assim que milhares de conversões conduzidas por tais cortes são inaceitáveis. Ruth e Boaz decidiram lutar contra esta decisão, pela a sua causa e a causa de suas crianças, mas sua batalha pessoal também representa a de dezenas de milhares de pessoas, que de acordo com as novas regras irão descobrir que eles já não são considerados judeus pelo movimento e portanto incapazes de obter um casamento por um rabino Ortodoxo nem um enterro num cemitério Judeu.
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ABSOLUTAMENTE IMPRESSIONANTE!!!
O Judaica fm está neste momento em 1º lugar. Os leitores portugueses e brasileiros têm feito uma votação absolutamente esmagadora nas últimas horas fazendo com que o Judaica fm passasse para a frente nesta mais louca corrida para a vitória no "Best Non-English Jewish Blog".
Apesar da conspiração (!) – a organização até diz que o blog é espanhol – temos sido como DAVID contra Golias…
Muitos já foram apanhados a votar no computador do patrão! Outros pedem na Vobis para fazer uma demonstraçãozinha de Internet… Enfim! Guerreiros incansáveis estes MACABEUS LUSO-BRASILEIROS que têm perdido minutos da sua vida (!) para votar neste blog – ou lá o que é!!!
Lanço daqui um repto em tom de vingançazinha extremosa:
Judeus portugueses e brasileiros (e franceses que estejam danados pelo Sarkozy ter ganho!)
Lembrem-se do que a França fez a Portugal e ao Brasil nos últimos mundiais de futebol e DÊM AGORA UMA ABADA AOS FRANCIOUS!!!
Votem aqui no Judaica fm:
http://www.jibawards.com/index
Recebi à pouco um e-mail com os comentários no blog HOUMOUS. Leiam por favor. É simplesmente hilariante.
190 mil abortos por ano na Grã-Bretanha
Por ano ocorrem, na Grã-Bretanha, cerca de 190 mil abortos, número que equivale a cerca de um quarto das mulheres grávidas. A maioria destas interrupções é realizada em fetos saudáveis, por razões sociais.
O estudo analisou o resultado de 3.189 abortos, realizados entre 1995 e 2004, devido ao facto de o bebé ter algum tipo de deficiência. E mostrou que 102, ou um em cada 30, nasceram vivos.
A faculdade Royal College of Obstetricians and Gynaecologists afirmou que adopta procedimentos «rígidos» para o aborto após a 22ª semana.
Segundo estes procedimentos, depois das 22 semanas, se existem sinais de uma grande anormalidade fetal e a paciente pede para fazer um aborto, recebe uma injecção que pode levar à morte do feto.
A paciente tem direito de recusar este procedimento. Se o bebé nascer vivo, deve ser fornecido cuidado paliativo até a morte da criança.
Na teoria, o médico pode ser acusado de homicídio se um «acto deliberado», ou seja, o aborto legal, for seguido de um nascimento de feto vivo e a morte subsequente da criança devido à imaturidade.
Julia Milington, do grupo contra aborto Alive and Kicking Campaign, disse que as taxas descobertas em hospitais de apenas uma região da Grã-Bretanha podem ser iguais em outras regiões.
«Se 102 entre 3.189 bebés abortados por razões de deficiência nascem vivos, então quantos bebés saudáveis poderiam ter sobrevivido? É difícil entender o número de bebés em todo o país que são deixados a lutar pelas suas vidas», disse.
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Alemanha - Primavera de 1932
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